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Espresso Sarampo Uma criança morreu de sarampo no norte rural do estado de Nova York, a primeira morte pela doença no estado em 30 anos. → HIV A FDA deu aprovação tentativa à Dr. Reddy's Laboratories para fabricar uma versão genérica de um medicamento injetável de prevenção do HIV. → UTI Em estudo de um hospital da Flórida, 64% dos pacientes da UTI desenvolveram anemia hospitalar, com internações mais longas. →
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Parentescos escondidos no DNA aceleram a busca por genes de ELA e demência frontotemporal
 Pesquisadores do Macquarie University Brain Institute and Clinic montaram novas famílias genéticas ao analisar o DNA de 3.524 pessoas com demência frontotemporal (FTD) e doença do neurônio motor (DNM, também chamada ELA), da Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido. Eles usaram a análise de parentesco críptico para identificar parentes de irmãos a primos de terceiro grau. Publicado na revista Brain, o trabalho encontrou 793 pares aparentados e mais de 30% de relações antes desconhecidas. Com elas, a equipe construiu 73 novas árvores genealógicas baseadas em DNA, a partir de pessoas sem explicação genética para a doença. A autora principal, Lyndal Henden, explica que esses vínculos são difíceis de ver em doenças de início adulto, porque nem todo portador de variante adoece e o histórico familiar pode ser incompleto. O grupo também mapeou ancestralidade compartilhada em torno de genes conhecidos, o que revelou redes fundadoras: pessoas que carregam a mesma alteração, incluindo nos genes SOD1 e C9orf72, herdada de um ancestral distante. Essas redes conectaram famílias aparentemente sem relação, inclusive casos esporádicos, nos três países. O estudo mostrou ainda que os rótulos tradicionais de doença familiar e esporádica nem sempre refletem a genética de fundo.
Famílias maiores dão mais material para achar variantes ligadas à doença, o que pode encurtar o caminho até novos genes.
Fonte: Medical Xpress
Ouvido no balcão Family history does not always tell the whole story in MND and FTD Lyndal Henden, autora principal, Macquarie University, via Medical Xpress |
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Servier avalia seus dados após estudo de fase 3 do sevasemten não frear a distrofia de Becker
 A farmacêutica francesa Servier disse na terça-feira (3) que o sevasemten, droga experimental comprada em junho por US$ 1,55 bilhão em dinheiro, não conseguiu frear uma forma rara de distrofia muscular em um longo estudo controlado por placebo. A compra previa ainda cerca de US$ 1 bilhão em marcos potenciais. O resultado surpreende porque o medicamento, desenvolvido originalmente pela Edgewise Therapeutics, havia mostrado resultados promissores em um estudo randomizado menor. Para os pacientes com distrofia muscular de Becker, que hoje não têm nenhum tratamento aprovado, o revés é uma notícia ruim. Trata-se do primeiro grande teste do ativo sob a Servier. Em comunicado, a empresa afirmou que os resultados do estudo pivotal, que ela chama de GRAND CANYON, não estão alinhados com certos achados de estudos clínicos anteriores. A Servier diz conduzir uma análise abrangente dos dados do estudo, junto com os dados clínicos relevantes anteriores, para entender melhor e caracterizar o que foi observado.
Um estudo pequeno promissor não garantiu resultado em fase 3, e o futuro do sevasemten depende agora da análise da Servier.
Fonte: STAT News
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Astrovírus usa a produção de muco para sair do intestino sem destruir o tecido
 Biólogos celulares da UC Santa Cruz descreveram, em estudo no PLOS Pathogens, como o astrovírus deixa as células do intestino. Rotavírus e norovírus invadem o intestino delgado, se multiplicam e podem romper o revestimento do órgão, deixando um rastro de destruição celular. O astrovírus, que infecta o mesmo órgão e causa diarreia pediátrica no mundo todo, adota uma estratégia mais discreta, sem dano ao tecido. A equipe descobriu que o vírus depende da secreção de muco pelas células caliciformes como caminho coordenado para completar o ciclo de replicação. Segundo a autora sênior Valerie Cortez, o achado revela possíveis novos alvos para tratar a diarreia pediátrica. Ela afirma que, antes do estudo, a via de saída do astrovírus era amplamente desconhecida, ao contrário da de norovírus e rotavírus. O trabalho parte de uma descoberta anterior do laboratório: o astrovírus mira as células caliciformes, que formam a fina camada de muco que isola a parede intestinal e impede que a maioria dos micróbios chegue ao resto do corpo. O vírus de RNA infecta aves e mamíferos e, em humanos, é um dos principais causadores de diarreia infantil, sobretudo onde o acesso à água é precário. Globalmente, a diarreia é uma das principais causas de morte de crianças com menos de 5 anos.
Entender a saída do vírus abre caminho para tratar a diarreia pediátrica, mas o achado ainda é de laboratório.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · STAT analisa o que as eleições de meio de mandato dos EUA significam para política de saúde, MAHA e seguros de saúde. Hoje · Servier segue analisando os dados do estudo GRAND CANYON do sevasemten. Hoje · Funcionários do Mass General Brigham aguardam detalhes após a carta vaga da presidente Anne Klibanski sobre mudanças no sistema.
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Pra viagem Anote a pressão intraocular e a data do último exame de campo visual e leve a lista à próxima consulta de glaucoma. Entre cateteres, famílias escondidas no DNA e um remédio que não repetiu o resultado inicial, o dia mostra que decidir bem depende de dados que ainda estão chegando. |
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
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