|
|
Espresso Ebola A OMS aprovou testes clínicos de duas novas vacinas contra o ebola, em meio a um surto na África que já matou mais de 5.300 pessoas. → HIV Unidades móveis que combinam prevenção de HIV e tratamento de dependência reduziram em 71% as mortes por todas as causas, em ensaio em cinco cidades dos EUA, na comparação com o encaminhamento a serviços comunitários. → CVS A CVS Health decidiu separar farmácia e seguro, revertendo anos de fusões, em meio ao escrutínio federal e estadual sobre integração vertical. →
|
|
|
|
Pesquisa australiana mostra o que falta para pediatras ajudarem adolescentes a largar o vape
 Dois terços dos pediatras australianos não sabem para onde encaminhar adolescentes que querem parar de vapar, segundo pesquisa da Federation University publicada no Journal of Paediatrics and Child Health. O levantamento ouviu 90 pediatras e residentes de pediatria de todo o país. A maioria reconhece o problema: 90% consideraram o vape viciante, e quase todos o veem como porta de entrada para tabaco e outras substâncias. Mais de dois terços aconselham rotineiramente os adolescentes a não vapar. Apenas um em cada cinco oferece apoio para largar, e cerca de um terço organiza acompanhamento. Entre as barreiras citadas estão o conhecimento limitado sobre onde encaminhar, a falta de recursos e o pouco tempo de consulta. Pediatras mais experientes reconheceram melhor os sintomas da lesão pulmonar associada ao vape (EVALI) e relataram menos pressão de tempo. Naima Nimmi, doutoranda e pesquisadora líder do estudo, observa que os caminhos de tratamento para o cigarro são mais estabelecidos, enquanto para o vape o cenário é menos claro. Nimmi defende rotas de encaminhamento definidas, treinamento prático e recursos acessíveis para que mais adolescentes consigam apoio.
O conselho de parar de vapar é comum no consultório, mas o caminho para conseguir ajuda ainda é nebuloso.
Fonte: Medical Xpress
Ouvido no balcão Recognizing the risks and advising someone to stop are important, but we also need to help them to take the next step Naima Nimmi, pesquisadora da Federation University, via Medical Xpress |
|
|  | |
|
Especialistas propõem alertas gráficos nas embalagens de fogos de artifício
 Fogos de artifício são um risco subestimado à saúde pública e pedem regras mais fortes e campanhas educativas contínuas, defendem especialistas americanos na The BMJ. Indu Subramanian e colegas lembram que as lesões são uma das principais causas de perda de visão e de membros no mundo, e atingem sobretudo comunidades já marginalizadas. Na Inglaterra, quase 4.500 pessoas foram a emergências por lesões com fogos em 2017, o dobro de 2009-10. Em um centro de trauma de Los Angeles, as lesões subiram 147%, de 0,19 por 100 mil em 2015 para 0,47 em 2022, principalmente em homens de 15 a 34 anos. Queimaduras, trauma ocular e amputação de dedos foram típicos, e 79% dos casos exigiram cirurgia. Na Índia, durante o Diwali, os fogos respondem por quase 20% dos traumas oculares, e 15% das lesões oculares terminam em cegueira completa, em geral em meninos de áreas rurais. Nos EUA, as vendas de fogos de consumo passaram de US$ 1 bilhão em 2019 para US$ 2,3 bilhões em 2025, e algumas regras ficaram menos restritivas, embora as lesões sejam mais comuns em estados com menos restrições. Holanda, Irlanda, Chile e Austrália proíbem o uso por consumidores. Os autores sugerem estimular a ida a shows públicos em vez do uso em casa e avaliar avisos com imagens gráficas das lesões nas embalagens, como nos maços de cigarro.
Assistir a um show público, em vez de soltar fogos em casa, é a recomendação dos autores.
Fonte: Medical Xpress
A dose exata As vendas de fogos de consumo nos EUA mais que dobraram, de US$ 1 bilhão em 2019 para US$ 2,3 bilhões em 2025. |
|
|  | |
|
Ondas de choque aliviam a dor do ombro congelado no curto prazo, aponta revisão do BMJ
 A terapia por ondas de choque extracorpórea provavelmente reduz a dor de curto prazo do ombro congelado, e a manipulação sob anestesia, com ou sem injeção de corticoide, provavelmente melhora a flexão do ombro no curto prazo, na comparação com o cuidado habitual. A conclusão vem de uma revisão publicada na The BMJ. A capsulite adesiva ocorre quando o tecido conjuntivo ao redor da articulação fica espesso, rígido e inflamado, com dor e movimento restrito. É mais comum entre 40 e 60 anos e em mulheres. Existem muitos tratamentos, de remédios e injeções a cirurgia, mas seus benefícios e danos comparativos seguem incertos. A equipe analisou 189 ensaios randomizados, com 12.988 adultos de idade média de 54 anos. Com evidência de certeza moderada, as ondas de choque (ondas sonoras de baixa energia aplicadas ao tecido lesado) reduziram a dor em diferença média de -1,97 ponto numa escala de 0 a 10. Para a flexão, a manipulação sob anestesia com corticoide trouxe diferença média de 33,29 graus, e a manipulação sozinha, 26,16 graus. A evidência para os demais tratamentos, para resultados após três meses e para a segurança comparativa é bem menos certa, porque eventos adversos foram relatados de forma incompleta e inconsistente.
As ondas de choque têm respaldo moderado contra a dor a curto prazo, mas o efeito duradouro segue sem resposta.
Fonte: Medical Xpress
|
|
|
|
No radar · a agenda de hoje Hoje · Massachusetts: com perto de 90% dos votos apurados, cerca de 76% rejeitam a revogação da venda recreacional de cannabis; vale ver o resultado final. Hoje · Congresso: na sessão antes da posse dos democratas, é preciso financiar programas de saúde que expiram e confirmar indicados do HHS. 30/09 · Vence a lei de taxas pagas pela indústria ao FDA; Bernie Sanders, crítico do modelo, deve presidir o comitê de saúde do Senado nas negociações.
|
|
Pra viagem Confira no rótulo do leite vegetal que você compra se o iodo aparece na lista de ingredientes e compare com outra marca. Entre sinais que chegam antes dos sintomas e conselhos que não trazem caminho, o dia deixa uma pergunta: quanto vale saber cedo quando ainda falta saber o que fazer depois? |
|
|
|
| |
| HealthShot Quiz | No estudo da Universidade de Surrey, trocar de 20% a 35% dos laticínios por alternativas vegetais sem fortificação elevou a inadequação de iodo entre adolescentes do sexo feminino de 54% para quanto? Veja o ranking de quem mais acerta → |
|
| |
|
| |
| Escolha o tema de amanhã | Qual tema você quer ver amanhã? Voto aberto até 23h |
|
| |
| Recomendação da rede |  | PopShot É a dose diária das notícias do mundo pop, apuradas, no mesmo formato de 3 minutos. O mundo pop, antes do grupo. Chega no seu email, todo dia às 6h. Quero ler → |
|
|
| |
|
Sua ofensiva
|
| 🔥 {{streak_atual | 0}} {{streak_titulo | Comece sua ofensiva hoje}} |
recorde {{streak_recorde | 0}} |
◆ {{ouro_linha | Cada edição vale 10 de ouro: voto, quiz e clique.}}
| |
| |
|
Evidência, não achismo
Boa saúde.
HealthShot
parte da rede The Shot
|
|