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Espresso Parkinson Ensaio com 410 pessoas com Parkinson inicial não encontrou benefício clínico do nicotinamida ribosídeo (NR), composto que eleva o NAD, segundo estudo publicado no JAMA. → Pulmão Uma névoa imune crescente pode sinalizar risco de câncer de pulmão anos antes do tumor, segundo equipe da UCL que seguiu o sinal com testes de sangue protótipo e o reverteu com medicamentos. → Hospitais Um tecido de algodão autodesinfetante elimina bactérias, fungos e vírus em ambiente hospitalar usando luz visível. →
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IA distingue sarcoma de Ewing de tumores parecidos com 91,6% de acerto
 Pesquisadores da Universitat Politècnica de València (UPV) e da Universidade de Valência (UV) desenvolveram e validaram um sistema de inteligência artificial capaz de distinguir o sarcoma de Ewing de outros tumores morfologicamente semelhantes. O modelo atinge 91,6% de acurácia. A dificuldade do diagnóstico está justamente na semelhança: tumores com morfologia parecida são difíceis de separar, o que faz da distinção um problema adequado para um modelo treinado a reconhecer padrões. O sistema descrito foi construído para essa tarefa específica. O modelo também permite o uso otimizado do tecido da biópsia. Como a amostra retirada do paciente é a matéria-prima de qualquer análise, aproveitá-la melhor é um ganho à parte da taxa de acerto. O relato descreve desenvolvimento e validação, sem mencionar uso na rotina dos hospitais. A taxa de 91,6% também significa que o modelo erra em parte dos casos, ponto a pesar antes de qualquer uso clínico. Para pacientes e famílias, a novidade ainda é de bastidor: o efeito prático depende de a ferramenta passar do estudo para o laboratório de patologia, etapa que o relato não data.
Uma segunda leitura por IA pode ajudar a separar tumores parecidos, mas segue em fase de validação.
Fonte: Medical Xpress
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Revisão da Cochrane mostra como pagamentos e brindes moldam o que o médico prescreve
 Uma nova revisão da Cochrane concluiu que os hábitos de prescrição dos médicos são fortemente influenciados por pagamentos, brindes e refeições gratuitas oferecidos por empresas farmacêuticas. Segundo a revisão, essa influência leva a mais prescrições de medicamentos mais caros e menos apropriados. O marketing, portanto, desloca a escolha do remédio para longe do que seria mais adequado ao paciente. A Cochrane aponta que o efeito pode prejudicar seriamente tanto pacientes individuais quanto sistemas de saúde. O dano ao paciente vem do medicamento menos apropriado; o dano ao sistema, do gasto maior com opções mais caras. O texto divulgado não detalha quais tipos de pagamento pesam mais nem quais países entram na análise. O dado útil para o leitor é prático: quando uma receita indicar um medicamento caro, vale perguntar ao médico por que aquela opção foi escolhida e se existe alternativa. A conversa é legítima e não acusa o profissional. Por ser uma revisão, a conclusão reúne a evidência de vários estudos e não depende de um caso isolado, o que reforça o peso do alerta para a prática do dia a dia no consultório.
Brinde e refeição paga pesam na receita, e perguntar ao médico por que escolheu aquele remédio é legítimo.
Fonte: Medical Xpress
Dois lados da xícara ▲ Ganha Empresas farmacêuticas, com mais prescrições de medicamentos mais caros | ▼ Perde Pacientes e sistemas de saúde, que arcam com remédios menos apropriados e mais caros |
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Ordem dos alimentos no prato pode mudar glicose e insulina depois da refeição
 Comer os componentes da refeição em uma ordem específica é o princípio da sequência alimentar (meal sequencing, em inglês). Alimentos de baixo índice glicêmico, em especial vegetais ou salada, vêm primeiro; depois entram os carboidratos de índice glicêmico mais alto, como pão, arroz, batata ou massa. A sequência pretende limitar a subida do açúcar no sangue depois de comer. O estudo divulgado trata de como a ordem dos alimentos pode deslocar, no curto prazo, as respostas de glicose e de insulina após a refeição. Segundo especialistas em saúde e nutrição, a estratégia também pode ser relevante para pessoas com diabetes tipo 2. A palavra pode importa: o relato aponta uma possibilidade de benefício, sem prometer controle da doença. A mudança dispensa trocar de alimentos ou cortar algum: o cardápio fica igual e só a ordem do que vai ao garfo muda. Quem tem diabetes e usa medicação deve levar a ideia à equipe de saúde antes de tratá-la como parte do tratamento. O relato apresenta a ordem como regra de dois passos: primeiro vegetais ou salada, depois os carboidratos de índice glicêmico mais alto. A simplicidade explica o interesse de especialistas pela estratégia.
Mudar só a ordem do prato, vegetais antes de pão e arroz, é um ajuste sem custo para testar.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Nove universidades investigadas pela administração Trump por suposta fraude em vistos usados por pesquisadores de pós-doutorado, anúncio feito na quinta-feira (08/10): observar os desdobramentos. Hoje · Proposta no Congresso para acabar com a arbitragem da lei No Surprises Act, contra cobranças-surpresa, enfrenta a resistência de grupos de prestadores, segundo a STAT News. Hoje · Nova clínica do NIH para estudar lesões vacinais, anunciada pelo secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., entra na pauta de segurança de vacinas da administração.
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Pra viagem Comece a refeição de hoje pelos vegetais ou pela salada e deixe pão, arroz, batata ou massa para depois. A dose na superfície do tumor, a dose sob medida no remédio, a ordem dos alimentos no prato: o dia mostrou que o detalhe de método decide muito. Fica a pergunta de quantas escolhas da rotina seguem no automático. |
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
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