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Espresso Desigualdade Na Noruega, homens de 40 anos entre o 1% mais rico podem esperar viver quase 14 anos mais que os do 1% mais pobre; nos EUA, a diferença é de quase 15 anos. → Amendoim Estudo da Universidade de Maastricht, publicado na Food & Function, associa o consumo diário de amendoim torrado, com pele e sem sal, a melhor resposta do cérebro à insulina em idosos. → Dengue O surto de dengue na Flórida é o maior em décadas entre os estados americanos. →
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Estudo mapeia sinais de alerta do Alzheimer que surge antes dos 65 anos
 Pesquisadores da Universidade de Oulu e da Universidade da Finlândia Oriental identificaram um padrão de sinais de alerta no Alzheimer que começa antes dos 65 anos. Quem desenvolveu a doença nessa faixa acumulou uma ampla variedade de problemas de saúde, principalmente nos cinco anos anteriores ao diagnóstico. Em comparação com controles pareados, esses pacientes tiveram mais depressão, tontura, dor de cabeça, traumatismo craniano, epilepsia, doenças cerebrovasculares, doenças da tireoide e problemas ligados ao consumo excessivo de álcool. Dois sinais surgem ainda mais cedo: zumbido e perda auditiva já eram mais comuns de seis a dez anos antes do diagnóstico. É a janela mais longa de aviso apontada no estudo. O trabalho descreve sinais distintos dos fatores de risco já estabelecidos para a doença. A mensagem é que o histórico clínico dos anos anteriores carrega pistas que, lidas em conjunto, destacam quem desenvolveu o Alzheimer mais cedo. Como a comparação é entre pacientes e controles pareados, os achados descrevem associação entre o histórico e o diagnóstico posterior. A fonte não afirma que cada sintoma isolado cause o Alzheimer, nem apresenta um teste ou conduta clínica derivada do padrão.
Sintomas comuns, como tontura, dor de cabeça e zumbido, aparecem com mais frequência no histórico de quem desenvolve Alzheimer antes dos 65.
Fonte: Medical Xpress
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Aspirina em dose menor pode proteger quem tem síndrome de Lynch
 A síndrome de Lynch é uma predisposição hereditária que aumenta de forma importante o risco de câncer colorretal e de outros tipos de câncer. Para esse grupo, a aspirina (ácido acetilsalicílico) já tinha mostrado efeito preventivo. O estudo CAPP2 havia demonstrado que a aspirina reduz de forma significativa o risco de câncer colorretal a longo prazo no grupo de alto risco. A dose testada era relativamente alta: 600 miligramas por dia. O estudo internacional CaPP3, publicado recentemente, sugere que uma dose menor, de 100 miligramas diárias, poderia ter efeito preventivo semelhante, com menos efeitos colaterais, em especial complicações de sangramento. Segundo o título da cobertura do Medical Xpress, a aspirina é raramente usada para essa prevenção. A distância entre o que os estudos indicam e o que ocorre na prática é o ponto central da matéria. A dose que cai de 600 para 100 miligramas muda a conta entre benefício e risco, já que o sangramento é o efeito adverso citado. Para quem tem Lynch ou histórico familiar suspeito, dose e indicação são assunto para conversa com o médico, não para início por conta própria.
Para quem tem síndrome de Lynch, a prevenção com aspirina pode caber em dose seis vezes menor, com menos risco de sangramento.
Fonte: Medical Xpress
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Respiração intensa altera a comunicação entre redes do cérebro
 Exercícios de respiração intensiva podem reduzir o fluxo de sangue para o cérebro em até 45% e alterar a comunicação entre redes cerebrais, segundo um novo estudo com imagens do cérebro. Os participantes relataram experiências parecidas com alguns efeitos de drogas psicodélicas: percepção alterada, imagens mentais vívidas, sensação de unidade e mudanças na experiência de si mesmo. O trabalho foi apresentado no congresso ECNP, em Munique. Para os pesquisadores, o que parece decisivo para o estado alterado são as mudanças na comunicação entre as regiões do cérebro, e não só a queda do fluxo sanguíneo. A distinção importa porque separa duas explicações possíveis: o efeito vir apenas de menos sangue chegando ao cérebro ou da forma como as redes passam a conversar entre si. Os autores apontam a segunda como a chave. A fonte descreve resultado apresentado em congresso e não traz dados sobre a segurança da prática fora do ambiente do estudo, de modo que o achado diz mais sobre o funcionamento do cérebro do que sobre uma recomendação de uso.
Respirar de forma intensa mexe com a circulação e com as redes do cérebro a ponto de simular parte de uma experiência psicodélica.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Em aberto · Réplica do NEOPRISM-CRC: o estudo tem 32 pacientes, e o próximo passo é ver se grupos maiores repetem a ausência de recidiva. Em aberto · GLP-1 na Justiça: os processos citam cegueira e pancreatite, mas a NPR aponta que faltam dados para dizer com que frequência esses efeitos graves ocorrem. Hoje · Domingo é bom dia para escolher uma pessoa e procurar, já que a solidão aparece com custo em anos de saúde mental.
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Pra viagem Mande uma mensagem a uma pessoa com quem não fala há semanas e combine um café ainda nesta semana. Boa parte da saúde de amanhã está em sinais pequenos que hoje passam sem registro: um zumbido, uma dose menor, uma ligação adiada. Fica a pergunta de quantos desses avisos já estão à vista. |
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Boa saúde.
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