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Espresso Sono Revisão Cochrane conclui que a evidência atual é incerta demais para dizer se a cannabis medicinal melhora o sono ou o funcionamento diurno em quem tem insônia. → Calor Pesquisa com 1.000 profissionais de saúde, em países como Brasil, Índia e Zimbábue, aponta aumento marcado nos riscos para gestantes e bebês com o calor extremo. → Radônio Acompanhamento de quase 160 mil pessoas nos Estados Unidos sugere que o risco de câncer cerebral sobe conforme cresce a exposição ao radônio. →
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Alta de TDAH na Europa parece vir sobretudo de mais atenção e diagnóstico
 TDAH aparece no noticiário em toda parte, e a dúvida que acompanha é se há mais casos de fato ou mais gente sendo identificada. Ao reunir as evidências para uma apresentação no principal congresso europeu de neurociência clínica, a professora Anita Thapar concluiu que o aumento parece se dever principalmente a mudanças em conscientização e diagnóstico. A mesma avaliação traz um contrapeso: há evidência crescente de que o TDAH ainda é subdiagnosticado em alguns países. Os dois movimentos podem coexistir, com mais diagnóstico onde a atenção cresceu e identificação insuficiente em outros lugares. Para quem lê manchete sobre aumento de casos, a leitura mais prudente troca a pergunta. Em vez de indagar se o transtorno ficou mais comum, vale indagar quantas pessoas antes sem diagnóstico passaram a ter nome para o que já viviam. O material disponível resume a apresentação e não traz números por país nem taxas. O tamanho do aumento, portanto, fica fora do que a fonte permite afirmar.
O número de diagnósticos sobe em boa parte porque mais gente é reconhecida, e o problema segue sem diagnóstico em alguns países.
Fonte: Medical Xpress
Ouvido no balcão O aumento de casos de TDAH na Europa parece se dever principalmente a uma mudança na conscientização e no diagnóstico. De fato, há evidência crescente de que o TDAH ainda é subdiagnosticado em alguns países. Anita Thapar, professora, em apresentação à principal conferência europeia de neurociência clínica, via Medical Xpress |
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Pacientes do sexo feminino com doença autoimune têm mais chance de ver o quadro lido como psiquiátrico
 Pacientes do sexo feminino com doenças autoimunes têm probabilidade significativamente maior do que as do sexo masculino de ter o quadro diagnosticado de forma errada como condição psiquiátrica ou psicossomática. O dado vem de um estudo com mais de 6.600 pacientes. A matéria resume a experiência em duas ideias: as pacientes são menos acreditadas do que os homens e enfrentam atrasos maiores até o diagnóstico. O erro de rota importa porque o diagnóstico autoimune fica à espera enquanto o quadro é lido como psiquiátrico ou psicossomático, o que se soma aos atrasos descritos. A fonte não lista quais doenças autoimunes foram avaliadas nem o tamanho dos atrasos. O que está dito é a direção do achado: mais erro de rota entre as pacientes do sexo feminino. Para quem convive com sintomas sem explicação, o achado dá peso à insistência clínica: o diagnóstico psiquiátrico é uma hipótese, e a hipótese autoimune pode ser descartada por exame.
O rótulo psiquiátrico aparece com mais frequência em pacientes do sexo feminino com doença autoimune, e o diagnóstico correto demora mais.
Fonte: Medical Xpress
A dose exata A diferença entre os sexos foi medida em mais de 6.600 pacientes com doença autoimune. |
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Benzodiazepínico no primeiro trimestre não elevou risco de malformações maiores, aponta estudo
 Gestantes que usaram benzodiazepínicos no primeiro trimestre não tiveram risco substancialmente maior de ter um bebê com malformações maiores. A conclusão vem de um estudo de coorte de base populacional, publicado na Annals of Internal Medicine. As taxas gerais de malformações congênitas maiores foram comparáveis entre as gestações expostas ao medicamento e as não expostas. O estudo descreve o resultado como evidência tranquilizadora sobre a segurança desses medicamentos no início da gravidez. O recorte é específico: primeiro trimestre e malformações maiores. O material divulgado não menciona outros desfechos nem outras fases da gestação, e a decisão de usar ou suspender o remédio segue sendo uma conversa entre a gestante e a equipe de saúde. O resultado alivia uma preocupação específica, a de malformação maior após exposição no primeiro trimestre, sem autorizar leitura mais ampla. Para quem já usa o medicamento e descobre a gravidez, a informação ajuda a chegar à consulta com a pergunta certa.
O risco de malformação maior não apareceu mais alto com o uso no primeiro trimestre, um alívio pontual que não cobre outros desfechos.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Definição federal de ultraprocessados: a American Heart Association pede que o OMB divulgue o texto, aguardado e sem data na fonte. Hoje · E-bikes e crianças: especialistas e defensores concordam que o governo federal dos EUA precisa intervir, com prontos-socorros relatando alta de acidentes pediátricos. Hoje · Sauna: pesquisadores de exposição ao calor se reúnem para fixar o que se sabe e o que ainda não se sabe sobre os benefícios para a saúde.
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Pra viagem Anote a linha do tempo dos seus sintomas, com datas, e leve à próxima consulta junto com os exames já feitos. O fio comum de hoje é o tempo: sinais que aparecem antes do esperado, diagnósticos que chegam tarde ou com o nome errado. Resta saber quanto do que o corpo avisa chega a ser lido a tempo. |
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
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