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Espresso Antibióticos Uso de antibióticos da infância à juventude foi associado a chance 1,5 vez maior de síndrome do intestino irritável aos 24 anos, em estudo sueco com 2.853 participantes apresentado no UEG Week 2026. → PET em 1 minuto Um PET/CT de corpo inteiro de nova geração gerou imagens de qualidade diagnóstica em até 1 minuto de exame, segundo pesquisa apresentada no congresso europeu de medicina nuclear (EANM'26). → IA e aparelhos Plataforma testada com 13 adultos em monitoramento de epilepsia na Penn permite conversar pelo celular com o aparelho que acompanha a atividade cerebral, segundo estudo na Nature Medicine. →
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Dormir melhor antes da cirurgia: revisão liga melatonina e Ambien a menos dor e menos opioides
 Cuidar do sono nas noites que antecedem uma operação pode ajudar na recuperação. Uma análise de 25 anos de pesquisas, apresentada no ANESTHESIOLOGY 2026, sugere que melatonina ou zolpidem (Ambien) usados antes da cirurgia aliviam a ansiedade, reduzem a dor depois e diminuem a necessidade de opioides. A revisão reuniu 16 estudos publicados entre 2000 e 2025, com mais de 1.100 pacientes em diferentes cirurgias. A melatonina costumava ser tomada na noite anterior e/ou de 20 a 90 minutos antes da anestesia. O Ambien foi sempre de 10 mg, ao deitar, na véspera ou em várias noites, começando até dois dias antes. Nos estudos, a melatonina foi associada a menos ansiedade, dor e inflamação, e a uma redução de mais de 30% no uso de opioides em alguns pacientes de cirurgia abdominal. Monitores de atividade no pulso sugeriram que a melatonina ajudou a retomar padrões mais normais de sono e de atividade na recuperação. A revisão aponta que a melatonina pode ter vantagem sobre sedativos tradicionais em idosos, mais vulneráveis à confusão após a cirurgia. O Ambien ajudou pacientes que já tinham problemas de sono a dormir melhor antes da operação e foi ligado a menos dor depois.
O sono da véspera entra na conta do preparo cirúrgico; remédio para dormir, só com orientação da equipe.
Fonte: Medical Xpress
Ouvido no balcão Em geral, focamos no que acontece na sala de cirurgia, mas nossa revisão sugere que podemos estar ignorando uma janela crítica para melhorar os resultados: as noites antes da operação Sebastian Amaya, residente de anestesiologia na Yale School of Medicine, no ANESTHESIOLOGY 2026 (via Medical Xpress) |
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Atividade física antes da cirurgia de câncer aparece ligada à metade do risco de delirium
 Manter o corpo em movimento antes de uma operação pode proteger o cérebro. Pesquisa apresentada no ANESTHESIOLOGY 2026 ligou a atividade física pelo menos sete vezes por semana, antes de cirurgia de câncer, a um risco menor de delirium pós-operatório. O delirium pós-operatório é um estado súbito de confusão que atinge cerca de 20% dos pacientes cirúrgicos, com mais frequência idosos. Afeta atenção, memória e raciocínio e se associa a internações mais longas, recuperação mais lenta e maior risco de morte. O estudo é retrospectivo, pareado e do tipo caso-controle, com 258 pacientes operados em 2024 e 2025 para retirada de tumor: 64 tiveram delirium e 194 não. Os pacientes relataram quantas vezes caminhavam e se exercitavam por pelo menos 10 minutos e quantas horas ficavam sentados. Quem combinava caminhada e atividade moderada ou vigorosa ao menos sete vezes por semana teve 50% menos risco de delirium. Quem teve delirium relatou menos caminhada e atividade, e mais tempo sentado. Por ser retrospectivo e baseado em relato dos próprios pacientes, o estudo mostra associação, não causa. Jeffrey Huang, do Moffitt Cancer Center, orienta perguntar à equipe como se manter ativo com segurança e se um programa de prehabilitação ajudaria.
Caminhar e se mexer nas semanas antes da cirurgia pode proteger também a cabeça; vale perguntar à equipe como fazer com segurança.
Fonte: Medical Xpress
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Contar ao anestesista como usa cannabis ajuda a planejar a sedação, indicam dois estudos
 Dois estudos apresentados no ANESTHESIOLOGY 2026 reforçam o mesmo recado: quem usa cannabis deve avisar o anestesiologista antes de qualquer procedimento, dizendo como usa, com que frequência e quando usou pela última vez. No primeiro, com 280 procedimentos endoscópicos do aparelho digestivo em um único centro, 264 pacientes tinham dados completos: 217 não usavam cannabis, 38 inalavam e nove usavam por via oral, como gomas. A dose inicial média de propofol foi de 138,7 mg entre não usuários, 168,5 mg entre quem inalava e 114,2 mg entre quem consumia comestíveis (grupo pequeno). A diferença apareceu sobretudo na endoscopia digestiva alta: quem inalava cannabis precisou de 192,8 mg de propofol, contra 151,4 mg dos não usuários e 145,0 mg de quem usava por via oral. Na colonoscopia, não houve diferença relevante. A outra pesquisa reuniu cinco estudos com 44.312 pacientes cirúrgicos e associou o uso de cannabis a risco 46% maior de infarto durante ou logo após a cirurgia, sem relação significativa com AVC, insuficiência respiratória, lesão renal aguda ou morte. Houve ainda risco 22% menor de tromboembolismo venoso, mas os autores avisam que o dado não prova efeito protetor e pedem mais estudos.
A via de uso da cannabis pode mudar o plano de anestesia; contar tudo ao anestesiologista faz parte da segurança.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Novos resultados do ANESTHESIOLOGY 2026, congresso de onde saíram os estudos sobre GLP-1, anestesia, sono, atividade física e cannabis desta edição. Hoje · Desdobramentos do UEG Week 2026, que apresentou as pesquisas sobre antibióticos e doença inflamatória intestinal. Hoje · Novas evidências sobre como manejar o GLP-1 antes e depois da cirurgia, ponto que os autores do estudo dizem precisar de mais pesquisa.
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Pra viagem Anote como você usa cannabis (fumada, vaporizada ou comestível), a frequência e a data do último uso, e leve a anotação à próxima consulta pré-anestésica. A cirurgia começa antes da sala: no sono da véspera, na caminhada das semanas anteriores, na lista de remédios e hábitos que o paciente conta. Fica a pergunta de quanto do resultado se decide antes do primeiro corte. |
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| HealthShot Quiz | No estudo com mais de 2 milhões de adultos operados, em quanto o uso de GLP-1 foi associado a menos chance de complicações cardiovasculares graves? Veja o ranking de quem mais acerta → |
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
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