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Espresso Fusão ITM e Telix, duas empresas de destaque em radiofarmacêuticos, vão se fundir, e o anúncio vem depois de uma delas receber uma rejeição inesperada do FDA. → Ebola Profissionais de saúde de áreas do Congo atingidas por surto de Ebola iniciaram no sábado um programa-teste com vacinas desenhadas para outra cepa do vírus. → Quedas Uma revisão ampla indica que programas personalizados de prevenção de quedas em idosos podem não mudar a frequência com que as pessoas caem. →
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Ressonância antes da biópsia de próstata avança nos hospitais dos EUA
 O uso de ressonância magnética da próstata antes da biópsia aumentou de forma acentuada nos hospitais dos Estados Unidos. A prática é considerada um avanço real no diagnóstico do câncer de próstata: em vez de partir direto para a coleta de amostras, o médico primeiro obtém a imagem e depois mira as lesões suspeitas. Vários ensaios randomizados mostraram que começar pela imagem e só então direcionar a biópsia encontra mais dos cânceres agressivos, que são justamente os que importam. Achar esses tumores é o objetivo do exame, porque são eles que definem o risco para o paciente. Com essa base de estudos, as diretrizes médicas foram fortalecendo, passo a passo, a recomendação de ressonância antes da biópsia. O crescimento do uso nos hospitais americanos é a ponta final da cadeia: primeiro a evidência, depois a recomendação, agora a prática. As fontes trazem a tendência de alta, mas não os percentuais nem o período analisado. Para o homem em investigação de próstata, o recado prático é perguntar ao urologista se a ressonância entra antes da biópsia no seu caso, já que esse é hoje o caminho respaldado por ensaios.
A biópsia guiada por imagem já é o caminho que a evidência sustenta, e o uso nos hospitais começa a acompanhar.
Fonte: Medical Xpress
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Com a idade, a memória fica menos precisa, mas não some
Esquecimento e velhice parecem andar juntos, mas um estudo publicado na revista Cerebral Cortex propõe outra leitura: as memórias se tornam menos precisas com o tempo, e não desaparecem por completo. A equipe investigou como o cérebro guarda e recupera experiências ao longo da vida. Segundo os autores, o cérebro mistura experiências relacionadas conforme a pessoa envelhece, em vez de reproduzir exatamente aquela de que precisa. A imagem usada no título da pesquisa é a de arquivos guardados na gaveta errada: a informação existe, mas a pasta que se abre nem sempre é a certa. A diferença muda a pergunta. Se a lembrança estivesse apagada, não haveria o que recuperar; sendo uma mistura de memórias parecidas, o problema passa a ser distinguir uma da outra. O que cai é a precisão da recordação, e não o conteúdo guardado. As fontes não descrevem o tamanho da amostra nem testes de intervenção, então não há aqui um método para treinar essa distinção. O que o estudo entrega é um mapa melhor do erro: quando a memória falha na maturidade, o motivo pode ser confusão entre lembranças próximas, e não perda.
Esquecer com a idade pode ser confundir lembranças parecidas, e não perdê-las.
Fonte: Medical Xpress
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Remédios do sistema nervoso pesam mais em idosos com demência
Um terço dos adultos com 65 anos ou mais que têm transtornos cognitivos, como a demência, toma medicamentos prescritos que podem lhes fazer mal. O grupo de risco são os remédios que atuam no sistema nervoso central, usados contra ansiedade, problemas de sono e psicose. Nesse público, os efeitos negativos dessas drogas são mais prováveis. Os desfechos listados pela pesquisa são concretos: mais idas ao pronto-socorro, internações mais frequentes e mais longas, pior saúde mental e maior risco de morte prematura. O dado desloca a discussão: a receita em si vira fator de risco, e não apenas a doença. Como ansiedade, sono e psicose estão entre as queixas tratadas com esses medicamentos, a revisão da lista de remédios é uma frente onde pode haver o que ajustar. As fontes não detalham quais fármacos específicos entram na conta nem quem deve suspender o quê. A leitura segura é levar a lista completa ao médico responsável e perguntar, remédio por remédio, se ainda faz sentido para aquela pessoa. A decisão de retirar ou manter cabe a ele.
Em idoso com demência, o remédio para ansiedade e sono pode aumentar idas ao pronto-socorro e internações.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Resultados do programa-teste de vacinação contra Ebola no Congo, iniciado no sábado, para saber se vacinas de outra cepa funcionam neste surto. Hoje · Novos estudos maiores com as ATregs (Actileucel), necessários para medir se a terapia reduz a GvHD. Hoje · Detalhes da fusão entre ITM e Telix no campo dos radiofarmacêuticos.
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Pra viagem Separe hoje a lista de todos os remédios de um idoso da família com demência e leve ao médico, perguntando quais de ansiedade, sono ou psicose ainda são necessários. Hoje a memória se mistura, a receita pesa e a célula fica pronta em um dia: o que parece falta muitas vezes é só precisão. Boa saúde. |
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