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Espresso Sarampo Os casos de sarampo nos EUA já são mais que o dobro dos do ano passado, e a Pensilvânia lidera com pelo menos 1.338 casos confirmados em 44 condados. → Álcool Um grande estudo associa duas doses por dia a um risco de 1 em 25 de óbito por causas ligadas ao álcool ao longo da vida, sem benefício geral de saúde. → Aspirina Idosos com um perfil genético específico tiveram risco relativo de demência 70% menor com aspirina em baixa dose, embora estudos anteriores não tenham achado proteção geral. →
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Análise com 91 mil pacientes mede quanto vale tomar todas as doses do remédio de pressão
 Faltar doses do remédio para pressão alta reduz a capacidade dele de proteger contra infarto, AVC e outros problemas cardiovasculares, segundo dados apresentados no congresso ESC 2026. Estima-se que 1,4 bilhão de adultos de 30 a 79 anos no mundo tenham hipertensão, e cerca de metade dos pacientes não toma a prescrição como orientado. A pesquisadora Qianqian Yang, da Universidade de Oxford, explicou que os dados anteriores vinham de estudos observacionais, sujeitos a fatores de confusão. Por esse motivo, a equipe analisou dados individuais de 91.339 participantes de nove ensaios clínicos, cada um comparando um tratamento para a pressão com placebo ou com um esquema menos intensivo. Quem tomou pelo menos 80% da medicação prescrita entrou no grupo de adesão maior, e quem tomou menos de 80% ficou no grupo de adesão menor. A adesão caiu com o tempo mesmo nas condições estruturadas dos ensaios: 88% dos participantes atingiram o patamar no primeiro ano, mas só 79% no quinto. A diferença apareceu na pressão. Entre os de adesão maior, a pressão sistólica (o número de cima) ficou 5,2 mmHg mais baixa no grupo tratado do que no comparador. Entre os de adesão menor, a diferença encolheu para 3,0 mmHg, ou seja, 2,2 mmHg a menos de benefício medido.
O ganho que o remédio de pressão entrega nos estudos depende de tomar as doses como prescrito.
Fonte: ScienceDaily Health
O nível da xícara Redução da pressão sistólica no grupo tratado versus comparador, por nível de adesão | Adesão de 80% ou mais | | 5,2 mmHg |
| Adesão abaixo de 80% | | 3,0 mmHg |
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Psicodélicos mostram efeito anti-inflamatório em animais, com resultado misto em humanos
 Substâncias que alteram percepção e humor, como a psilocibina dos cogumelos e o LSD, despertam interesse científico para tratar transtornos mentais e cerebrais. Uma revisão sistemática com meta-análise, publicada na Brain, Behavior, and Immunity, olhou para outro lado: o potencial anti-inflamatório e imunomodulador dos psicodélicos serotoninérgicos. Esses compostos têm estrutura química parecida com a da serotonina e se ligam aos mesmos receptores no cérebro e no corpo. A serotonina regula humor, comunicação entre neurônios e respostas imunes. Ao se ligar aos receptores no sistema nervoso central, os psicodélicos ativam a neuroplasticidade, que ajuda o cérebro a formar novas conexões e a sair de padrões rígidos ligados a depressão, ansiedade e vício. A revisão analisou 61 estudos. A maioria dos trabalhos com células cultivadas em laboratório e com animais encontrou redução da inflamação. Em humanos, o resultado foi mais misto: apenas três dos dez ensaios mostraram menos inflamação. Ao combinar os dados dos estudos com camundongos, os pesquisadores viram forte efeito anti-inflamatório, mas só quando a inflamação de base já estava elevada por um sistema imune hiperativo. Em camundongos saudáveis, não houve efeito algum. Como a inflamação crônica está ligada a transtornos mentais, acalmá-la pode ser mais uma via pela qual essas substâncias agem. Estudos já relatam benefícios em depressão, PTSD, Parkinson e enxaqueca, e a busca é por terapias que funcionem junto com a medicação convencional.
O efeito anti-inflamatório dos psicodélicos ainda não se confirmou em humanos e, em camundongos, só apareceu com inflamação já alta.
Fonte: Medical Xpress
A dose exata Só 3 dos 10 ensaios em humanos mostraram redução da inflamação com psicodélicos, enquanto a maioria dos estudos em células e animais viu o efeito. |
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Estudo mapeia o que atrasa o diagnóstico de câncer em adultos jovens
 Uma pesquisa da Universidade de Buffalo investigou o que acontece entre o primeiro sintoma e o diagnóstico de câncer em adultos jovens. A autora, Natasha Allard, passou a olhar o tema quando um amigo foi diagnosticado, aos 26 anos, com câncer de testículo em estágio 4. Ela aprendeu que o câncer é cada vez mais diagnosticado em jovens adultos, enquanto se mantém estável ou cai entre os mais velhos. Segundo a American Cancer Society, o câncer já está entre as cinco principais causas de morte de adultos de 20 a 39 anos. Entre as mulheres jovens, é a principal causa de morte relacionada a doença. Allard diz que há muita pesquisa sobre tratamento e prevenção, mas bem menos sobre o que as pessoas fazem entre notar um sintoma e receber o diagnóstico, e que esse tempo importa. No início de 2023, ela entrevistou 30 pessoas de 20 a 39 anos, de todo o país, que tinham sido diagnosticadas com câncer. Em média, elas tinham 28 anos no diagnóstico e cerca de quatro anos desde então. Allard pediu que voltassem ao primeiro sintoma ou à primeira intuição de que algo estava errado. Muitos esperaram meses ou até anos para procurar um médico, e vários adiaram a consulta por atribuir os sintomas ao estresse. A pergunta da pesquisa era como eles decidiram se os sintomas eram sérios e como os médicos responderam. O trabalho foi publicado em 22 de agosto na Cancer Causes & Control, com Heather Orom, orientadora de Allard, como coautora.
Sintoma que dura meses e é atribuído ao estresse merece consulta, mesmo em quem é jovem.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Contagem de sarampo: a Pensilvânia soma pelo menos 1.338 casos em 44 condados, e vale conferir se o número do estado sobe. Hoje · Vacina da gripe: a NPR ouviu a Dra. Ann Falsey, da Universidade de Rochester, sobre o que quem tem 50 anos ou mais precisa saber antes da dose. Hoje · Remédio de pressão: confira se a sua receita está em dia e se nenhuma dose da semana ficou para trás.
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Pra viagem Marque hoje a consulta para o sintoma que você vem atribuindo ao estresse e anote desde quando ele existe para levar ao médico. Hoje a medicina aparece em duas escalas: um líquido pintado em segundos num dente e uma vacina feita sob medida para cada tumor. Entre uma e outra, o fio comum é o tempo, de tratar cedo, tomar a dose e procurar o médico antes que a desculpa do estresse vença. |
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EDIÇÃO SELADA
Quem leu até aqui tem mais um achado desta edição atrás do lacre.
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| HealthShot Quiz | Na análise de 91.339 participantes sobre remédios de pressão, qual foi a redução da pressão sistólica no grupo tratado entre quem tomou menos de 80% da medicação? Veja o ranking de quem mais acerta → |
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| Escolha o tema de amanhã | Qual tema você quer ver amanhã? Voto aberto até 23h |
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Sua ofensiva
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Clímax da temporada
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 2 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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pra fechar
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Presença por clique, voto ou quiz. Sem folga na maratona: o seguro do mês cobre 1 dia.
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
HealthShot
parte da rede The Shot
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