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Espresso Melanoma Vacina personalizada de mRNA (intismeran autogene) somada ao pembrolizumabe após a cirurgia reduziu em 42% o risco de recidiva ou óbito em melanoma de alto risco, na fase 3 INTerpath-001 apresentada no ESMO 2026. → Pulmão O divarasib, terapia de nova geração contra KRAS G12C, prolongou a sobrevida e melhorou o controle da doença em pacientes já tratados com câncer de pulmão de células não pequenas, segundo pesquisadores do MD Anderson. → Endométrio Fase 3 de um medicamento da Merck e da Kelun-Biotech reduziu em um terço o risco de óbito em câncer de endométrio avançado. →
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Inibidores de SGLT2 elevam a hemoglobina e mexem no ferro, mostra metanálise
 Uma metanálise liderada pelo nefrologista Michele Eisenga, publicada no JAMA, reuniu 85 ensaios clínicos randomizados com 70.543 participantes com diabetes, doença cardiovascular, insuficiência cardíaca e doença renal crônica. Os inibidores de SGLT2 são amplamente usados no diabetes tipo 2, na insuficiência cardíaca e na doença renal crônica. Comparados a placebo ou a outros remédios que reduzem a glicose, os inibidores de SGLT2 foram associados a hemoglobina e hematócrito maiores após mediana de 24 semanas de acompanhamento. Em média, a hemoglobina subiu 0,60 g/dL e o hematócrito, 2,36%. O aumento foi modesto, porém consistente entre os estudos. Os pesquisadores também olharam o metabolismo do ferro e a produção de glóbulos vermelhos. Os pacientes tratados tinham mais eritropoetina (EPO), hormônio que estimula a medula óssea, enquanto a saturação de transferrina e a ferritina caíram e o ferro sérico ficou praticamente estável. O padrão sugere que o corpo mobiliza estoques de ferro para sustentar a produção maior de glóbulos vermelhos. A anemia é frequente em quem tem doença renal crônica e insuficiência cardíaca, com hemoglobina baixa e menor transporte de oxigênio. Ainda assim, o significado clínico das mudanças segue incerto: os aumentos foram pequenos, e não está claro se contribuem diretamente para os benefícios cardiovasculares e renais já observados com esses remédios.
Quem usa esses remédios pode ver a hemoglobina subir um pouco, e a ciência ainda investiga se o ganho tem relevância clínica.
Fonte: Medical Xpress
A dose exata Em 85 ensaios, os inibidores de SGLT2 elevaram a hemoglobina em média 0,60 g/dL frente ao grupo controle. |
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Estudo mostra por que o diagnóstico de transtorno neurológico funcional divide pacientes e médicos
 Pesquisadores da Universidade de East Anglia e da Universidade de Cambridge investigaram pessoas com doenças autoimunes que também recebem diagnóstico de transtorno neurológico funcional (FND). A condição é reconhecida e pode causar fraqueza, tremores, alterações de movimento ou de sensibilidade e crises não epilépticas. A equipe analisou pesquisas internacionais com 1.853 pacientes, 400 clínicos e 463 pessoas do público, além de entrevistas aprofundadas. O contraste entre os diagnósticos é grande: 86% dos pacientes concordaram com o diagnóstico de depressão, 53% com o de fibromialgia e 30% com o de FND. Apenas 7% aceitaram ouvir que seus sintomas eram psicossomáticos. Do lado dos médicos, o estudo descreve a dificuldade de descobrir a causa dos sintomas. Muitos disseram ter pouco treinamento em FND, e outros têm opiniões muito fortes a favor ou contra o diagnóstico. Pacientes e médicos relataram sintomas atribuídos à causa errada, com erros de diagnóstico nos dois sentidos. Pacientes chegaram a se sentir suicidas depois de perceber que o médico dizia que os sintomas estavam na cabeça deles. A autora principal, Melanie Sloan, afirma que os sintomas são reais e não são inventados nem estão sob controle da pessoa. A equipe defende comunicação melhor, atuação multidisciplinar e cuidado mais holístico.
Quem tem sintomas neurológicos inexplicados e doença autoimune ganha argumento para pedir explicação clara e avaliação de mais de uma especialidade.
Fonte: Medical Xpress
O nível da xícara Percentual de pacientes que concordaram com cada diagnóstico ou rótulo recebido. |
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Musculação ajuda a emagrecer e entra na meta semanal recomendada pelo HHS
 A musculação tem fama de só "inchar", e especialistas dizem que essa reputação a subestima. Construir músculo ajuda a queimar mais calorias e a controlar o peso ao longo do tempo. Segundo Russell Camhi, de medicina esportiva do Northwell Health, o treino com pesos ativa grandes grupos musculares e, bem feito, pode gastar mais calorias que o cardio de ritmo constante. Segundo a Cleveland Clinic, o músculo queima mais calorias que outros tecidos mesmo em repouso, e ganhá-lo acelera o metabolismo. A Mayo Clinic aponta melhora da composição corporal. Camhi acrescenta que o treino de força melhora a testosterona nos homens, é essencial para a densidade óssea nas mulheres e, mais tarde na vida, traz força e equilíbrio que reduzem o risco de quedas. O Departamento de Saúde dos EUA (HHS) recomenda ao menos 150 minutos de exercício aeróbico moderado por semana, mais duas sessões de força que cubram os grandes grupos musculares. A Mayo Clinic orienta começar com aquecimento, como caminhada rápida, fazer 12 a 15 repetições com uma carga que canse o músculo, evitar exercícios que causem dor e dar um dia inteiro de descanso a cada grupo muscular antes de treiná-lo de novo. O treino pode ser em casa ou na academia, com pesos livres, máquinas, faixas elásticas ou o próprio peso do corpo, em flexões, avanços e agachamentos. Camhi sugere movimentos simples: agachamento goblet, avanço, elevação de quadril, flexão, remada com halter e prancha. Para ele, é preciso começar devagar, porque muita gente avança rápido demais e se lesiona. Quem tem doença crônica deve falar antes com o médico.
Duas sessões semanais de musculação cabem na meta oficial e ajudam o peso, os ossos e o equilíbrio.
Fonte: Medical Xpress
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Se você está na faixa de rastreamento, pergunte ao seu serviço de mamografia se a tomossíntese está disponível. Hoje · Observe a reação de hospitais e fornecedores como Epic e Oracle à regra americana que eliminou 14 dos 60 critérios de certificação de prontuários eletrônicos. 1º tri de 2027 · Prazo previsto para o fechamento da compra da Surgery Partners pela Bon Secours Mercy Health, em negócio de US$ 5,7 bilhões.
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Pra viagem Reserve dois dias desta semana na agenda para musculação e monte a sessão com agachamento goblet, avanço e prancha, de 12 a 15 repetições cada. Entre um exame que olha a mama em camadas e um remédio que revela efeitos no ferro, o dia mostra que o achado depende do ângulo de quem examina. Vale perguntar, na próxima consulta, que lente está sendo usada. |
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| HealthShot Quiz | No estudo TOSYMA, em quanto a taxa de câncer invasivo de mama no primeiro ano após um exame normal foi menor no grupo da tomossíntese, na comparação com a mamografia? Veja o ranking de quem mais acerta → |
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Clímax da temporada
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Maratona dos 7 dias finais
Dia 3 de 7 · a temporada de outubro fecha 31/10
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Evidência, não achismo
Boa saúde.
HealthShot
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